Por conta de atraso salarial, merendeiras da rede estadual em Petrolina cruzam os braços e sindicato da categoria entra na Justiça

Mais de 20 merendeiras que prestam serviços à empresa Premium, contratada pelo Governo do Estado, pararam as atividades nesta segunda-feira (12), em Petrolina. Elas fazem parte do grupo de mais de 160 profissionais que trabalham em outras cidades do Sertão e reclamam de atraso de salários, falta de vale-transporte e atraso no vale alimentação, além do  salário família, que nunca teria sido pago.
De acordo com a assessoria da vereadora Cristina Costa (PT), que esteve reunida com essas profissionais, as merendeiras se reuniram na Gerência Regional de Educação, e conversaram com a gestora Anete Ferraz, sendo orientadas a voltarem ao trabalho.
Também conversaram com o presidente do Sindicato da categoria, João Soares. Elas querem resolver a situação que se arrasta desde que a empresa Premium assumiu o contrato com o estado. O sindicato acionou o Ministério do Trabalho. Já a vereadora prometeu levar o caso ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação do estado (Sintepe). O Blog aguarda uma resposta da Secretaria de Educação de Pernambuco. (foto/divulgação/Blog do Carlos Britto)

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