Vereador de Petrolina dispara “Será que foi um Militar ou foi o vagabundo da favela que era protegido por ela?” sobre o assassinato de Marielle

Ao tratarem da violência em Petrolina, os vereadores da Casa Plínio Amorim citaram ‘favorecimento do cidadão de bem’ em ter uma arma, mencionaram Paulo Câmara, Bolsonaro e o 190 da Polícia Militar, que deve ser bloqueado, segundo eles pela ineficiência, durante sessão ordinária realizada nessa quinta-feira (22).

Um dos vereadores, Osinaldo Souza também comentou sobre o assunto, mas causou polêmica ao dizer a seguinte frase: “A vereadora Marielle que defendia tanto vagabundo, olha o que ela sofreu, será que foi um Militar que a matou? Ou foi o vagabundo da favela que era protegido por ela?”.

O vereador justificou que “nunca louva o que ela sofreu” e diz lamentar o que muitas mulheres passam no país por conta da violência.

Acontece que a polêmica causou diversos comentários negativos nas redes sociais e causou revolta aos vereadores petistas Cristina Costa e Gilmar Santos.

“Enquanto mulher, se foi dito que a vereadora Marielle defendia vagabundos, eu quero repudiar a ignorância e o despreparo que é colocado por alguns colegas que disseram isso, Vamos respeitar, conhecer a história da pessoas, a que muitos chamam político de ladrão, mas é porque estão acostumados porque um ladrão conhece o outro. Vou pegar esse áudio para ouvir claramente, isso depõe contra a casa legislativa “, disparou a vareadora Cristina Costa.

“É muito preocupante quando vereadores desta casa utiliza discursos desonestos, mentindo para a população, vereador que se comporta como falastrão. Fico profundamente sentido de ouvir essa frase de que a vereadora Marielle defendia vagabundo, de um vereador dessa casa. Dói saber que um evangélico, vereador da Casa Plínio Amorim faz acusações com ódio, desrespeitando o evangelho, estimulando a violência na sociedade, isso é manipular a inteligência da população”, detonou o vereador Gilmar Santos. Blog Edenevaldo Alves 

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