Lucinha Mota afirma que colégio se contradiz sobre imagens deletadas no dia em que Beatriz Angélica foi morta

Mãe de Beatriz Angélica Mota, Lucinha Mota questionou o posicionamento do advogado do Colégio Nossa Senhora Maria Auxiliadora em creditar à Polícia Civil de Petrolina a responsabilidade de apagar as imagens do sistema de monitoramento no dia 10 de dezembro de 2015.
Para Lucinha o posicionamento da instituição não condiz com os fatos. “Desde quando as imagens foram divulgadas eu tive acesso às informações, são provas reais. Contra fatos não há argumentos, o dia e a hora de quando as imagens foram apagadas dentro do Colégio. É uma prova técnica, está lá”, afirmou ao programa Super Manhã com Waldiney Passos de segunda-feira (14).
Há três anos Lucinha e seu esposo, Sandro Romilton batalham incansavelmente para solucionar o caso e novamente veio a público cobrar o colégio onde Beatriz foi morta. Ela lembrou que na época do crime a instituição afirmou não ter câmeras de monitoramento, fato que representa uma contradição. “Um dia eu vou ter oportunidade de perguntar diretamente a Allinson e ao Colégio Auxiliadora e se eles quiseram já de pronto responder, é por que, no dia 10 de dezembro de 2015 o Colégio Maria Auxiliadora não entregou essas imagens à polícia?”, questionou.
Outro lado
Em nota o Colégio Auxiliadora afirmou que “a informação, divulgada pelo representante jurídico do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em ocasião anterior, é tão somente a reprodução de um documento, emitido pela Policia Civil de Pernambuco em dezembro de 2016, em que é solicitado da unidade escolar recurso financeiro para recuperação de imagens, perdidas face uma formatação automática do HD que estava em posse da Polícia Cívil. Portanto, não se trata de um posicionamento levantado pelo colégio e sim, de fatos documentais”, informa a nota.
Sobre o questionamento de Lucinha Mota sobre o fato de a instituição não ter entregue as imagens após o crime o colégio afirmou que “vem prestando, desde o ocorrido, irrestrita colaboração com o caso. Todas as solicitações desde envio de imagens, depoimentos e documentos, foram prontamente atendidas, muitas vezes sem a necessidade de convite formais ou intimações. Ademais, o apoio do colégio, arcando com as despesas da recuperação de imagens, auxiliou na identificação do suspeito de cometer o crime”, finaliza. Blog do Waldiney Passos 

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