Mãe de professora assassinada em Juazeiro clama para que população denuncie suspeito de matar sua filha

Uma passeata ontem (30), em Juazeiro (BA), reforçou pedido de justiça no caso da professora Élida Márcia Oliveira, de 32 anos, que foi brutalmente assassinada a tiros na porta de casa, no Bairro Alto do Alencar, na manhã do dia 20 de fevereiro deste ano. O ato – realizado por familiares e amigos – percorreu a Avenida Adolfo Viana e as principais ruas centrais da cidade.

A mãe da vítima, Maria da Paixão Oliveira, fez um apelo emocionado. “Pelo amor de Deus, é uma mãe que está pedindo. Você não precisa se identificar, denuncie essa pessoa. Me ajude, porque eu estou morta. Ninguém tem direito de tirar a vida de outra. Era uma pessoa que tinha amor pelo trabalho dela“, lamentou, em entrevista à TV São Francisco.

Crime

De acordo com a Polícia Civil (PC), o crime foi encomendado. A vítima era parte de um triângulo amoroso que envolvia ainda seu companheiro Lázaro Cesar Pinheiro Santana e a ex-namorada dele, Edvânia Pereira de Morais. Segundo as investigações, Edvânia não se conformava com o término de seu relacionamento com Lázaro e tinha comportamento agressivo.

As investigações apontam o pai dela, Edivan Constantino de Morais, como mandante do crime. Ele foi preso no último dia 10, assim como o suspeito de ter conduzido a moto que transportou o atirador, Railton Lima da Silva. Já o suspeito de ter atirado na professora, identificado como Maicon Neves dos Santos, segue foragido. Quem tiver informações sobre o paradeiro dele, pode ligar para o número 190.

Vale frisar que Edivan Constantino já respondeu pela prática de homicídio em Juazeiro e tinha sido visto, segundo a PC, dias antes do crime, com arma de fogo, buscando a filha no local de trabalho dela. Apesar de ser suspeita de envolvimento no caso, até duas semanas atrás Edvânia não tinha mandado de prisão e, por isso, não foi presa com os demais envolvidos, como este Blog mostrou.  Blog do Carlos Britto

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