Cansaço físico, psicológico, fadiga muscular, condições adversas de tempo e temperatura. Moradores do bairro João de Deus enfrentaram uma verdadeira batalha para garantir uma vaga nos Centros Municipais de Educação Infantil. Três dias e três noites, esse foi o período que pais, mães e avôs tiveram que permanecer nas filas para garantir um lugarzinho na CMEI João Paulo I, que oferece vagas para crianças de três a cinco anos, ao todo foram diponiveis 95 vagas, sendo 45 para maternal II (Criança de 3 anos), 25 para pré I (Criança de 4 anos), e 25 para pré II (Criança de 5 anos) ás 8h de hoje a gestora da unidade entregou fichas para os pais. Na Unidade Padre Zequinha também no bairro João de Deus foram disponiveis 14 vagas, quem não fez esse esforço e não enfrentou essa peregrinação terá que esperar numa fila de espera. Os mesmos problemas foram observados Centro Municipal De Educacao Infantil Proinfancia Joao De Deus está localizada em Rua 08 e na Nova Semente da Rua 45.
Em Nota enviada a imprensa a Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Educação, enviou uma nota lembrando que são ofertadas mais de 2.600 vagas em toda rede e que as matrículas vão até sexta-feira (10). Confira a resposta do município:
“A Prefeitura de Petrolina esclarece que para o ano letivo de 2020 estão sendo ofertadas mais de 2.600 vagas para as unidades da Educação Infantil, que abrange o Programa Nova Semente, os Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs) e turmas de pré-escola da sede e interior do município.
Até a próxima sexta-feira (10), os pais e responsáveis poderão se dirigir até uma das unidades na região em que residem para consultar a disponibilidade de vagas para a série que eles precisam matricular suas crianças. Sobre a formação de filas, a Secretaria Executiva da Primeira Infância esclarece que, não e necessário tal esforço, contudo, infelizmente, trata-se de uma questão cultural sobre a qual a gestão não tem controle diretamente.
A prefeitura esclarece ainda que as equipes de todas as unidades estão mobilizadas para tornar essa etapa de matrículas, a mais tranquila e humanizada possível, mas que infelizmente essa situação se repete todos os anos.”


