Os porteiros da empresa terceirizada Unika, que prestam serviço nas escolas da rede estadual, estão em greve desde o dia 6 de fevereiro. A paralisação ocorre em protesto contra a falta de pagamento de salários e de valores retroativos devidos aos trabalhadores.
De acordo com os funcionários, além dos salários em atraso, também não estão sendo pagos benefícios como vale-alimentação e vale-transporte, o que tem dificultado o deslocamento e a manutenção das despesas básicas das famílias.
Os trabalhadores afirmam que tentaram buscar समाधान junto à empresa, mas até o momento não obtiveram uma resposta concreta sobre a regularização dos pagamentos. A categoria cobra providências urgentes da empresa terceirizada e dos órgãos responsáveis pelo contrato.
Nosso blog deixa espaço para defesa da empresa responsável pelo fornecimento dos pagamentos dos funcionários.
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